segunda-feira, fevereiro 26, 2007

MEnina que gosta de MEnina no Oscar...


“Uma lésbica apresentou o Oscar.
Uma lésbica concorreu ao Oscar.
Uma lésbica ganhou o Oscar.
Uma lésbica ofereceu a conquista do Oscar a sua mulher.
Não pensei de viver para ver isso.
E foi muito bom!“.


“Mulher! Mulher! Na escola que você foi ensinada!”.
Jamais tirei um dez.
Sou forte mais não chego a seus pés “

quarta-feira, fevereiro 07, 2007

Enquanto é carnaval...

Cicatrizes
Roberta Sá
Composição: Miltinho / Paulo César Pinheiro

Amor
Amor que nunca cicatriza
Ao menos ameniza a dor
Que a vida não amenizou.

Que a vida a dor domina
Arrasa e arruína
Depois passa por cima a dor
Em busca de outro amor.

Acho que estou pedindo uma coisa normal
Felicidade é um bem natural.

Uma
Qualquer uma
Que pelo menos dure enquanto é carnaval
Apenas uma
Qualquer uma
Não faça bem mais que também não faça mal.

Meu coração precisa...

quarta-feira, janeiro 31, 2007

Basta de desencontros! Brinde a um encontro!!!

Desejo:"A sorte de um amor tranqüilo
Com sabor de fruta mordida...
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida"
(Cazuza)


Completo
Ivete Sangalo


É tão bom ter alguém por perto
Pra você se sentir completo
Ter a mão que te leva pro futuro
Vislumbrando um horizonte seguro

É tão bom viajarmos juntos
E viver aproveitando tudo
Amanhã vai ser melhor que hoje
Novos sonhos ao amanhecer

Imagino bem longe sorrisos
Cada um com seu jeito de ser
Mas ligados no mesmo destino
Com amor feito eu e você

O céu e o mar, a lua e a estrela
O branco e o preto, tudo se completa de algum jeito
Homem, mulher
A faca e o queijo, o incerto e o perfeito
Tudo se completa de algum jeito

sábado, janeiro 27, 2007

DESAPEGO

Quando é minha a dor.
Quando é minha, eu canalizo.
Eu desvio.
Eu fujo.
Invento fugas.
Saídas.
SOS.


Quando pertence a quem se ama.
Só contemplar.
Só olhar.
Só estar à olhar.
Só estar à ver.
Sentir.
Sentir.
Sentir.


Querer estar no seu lugar.
Mudar ela de lugar.
Mudar de forma.
E dela fugir.


Dor que não me pertence.
Que faz sentir.
Mais que sentir.
Viver sem fugir.
Sempre com ela estar,
Sentir por ti.
Contigo sentir.

terça-feira, janeiro 23, 2007

MEU DEJA VU!

"Sonhei que o fogo gelou

Sonhei que a neve fervia

E por sonhar o impossível, ah

Sonhei que tu me querias."
(
Chico Buarque - Outros Sonhos)









D E J A V U

Sentimento por quem não devia.
Perder sono por quem não podia.
Viajar em falsa companhia.
Sonhar com quem não realizaria.
Já vi essa esse filme antes.
Já ouvi essa canção.
Já fui a esse teatro, Odisséia.
Já vi esse circo, Voador.
Esse rio caudaloso.
Essa tormenta.
Esse furacão.
Esse vulcão em erupção.
Esse deja vu.
Esse replay.
Essa impossibilidade.
Essa impossível atração.
Por que eu?
Por que não eu?
Sempre tem de ser tão difícil?
Desistir, opção?

segunda-feira, janeiro 22, 2007

Sentindo mesmo na impossibilidade!"♥" "♥" "♥"

♥ “LIDO TODOS OS DIAS COM A IMPOSSIBILIDADE DOS AMORES IMPOSSÍVEIS!”♥
(F.F. Mulder)

♥“Entendo que amor e amizade não devem ser deixados para amanhã.
Já que esse amanhã pode nunca chegar.
Mas se o objeto do amor questiona a intensidade.
Faz pensar.
Quem acha que amor e carinho é demais.
Que se afaste ou me afaste.
Demorei muito para aqui chegar!”♥
(F. F. Mulder)

Ligia
Chico Buarque
Composição: Tom Jobim


Eu nunca sonhei com você
Nunca fui ao cinema
Não gosto de samba
Não vou à Ipanema
Não gosto de chuva
Nem gosto de sol

E quando eu lhe telefonei
Desliguei, foi engano.
Seu nome eu não sei,
Esqueci no piano as bobagens de amor
Que eu iria dizer
Não, Lígia, Lígia.

Eu nunca quis tê-la ao meu lado
Num fim de semana
Um choop gelado em Copacabana
Andar pela praia até o Leblon

E quando eu me apaixonei
Não passou de ilusão
O seu nome rasguei
Fiz um samba-canção
Das mentiras de amor
Que aprendi com você.
Lígia, Lígia.

E quando você me envolver nos seus braços serenos
Eu vou me render
Mas seus olhos morenos
Me metem mais medo
Que um raio de sol
Ligia, Ligia.

sexta-feira, janeiro 19, 2007

"... TEM A SAÚDE QUE APRENDEU COM A VIDA..."


“... ESSA CRIANÇA BRINCA NESSA RODA E NÃO TEME AOS CORTES DAS NOVAS FERIDAS POIS TEM A SAÚDE Q APRENDEU COM A VIDA..."


Não temer o doer, o sangrar, a ausência, a incerteza, a duvida.
Não temer mais aquela sensação avassaladora de pensar em alguém mais do que em nós mesmos.
Aquela sensação de não poder viver sem ela.
Que se aprende com a perda do primeiro amor, que não é verdade para a grande maioria.
Enfim, não temer o corte das novas feridas é estar estado de “peixe”.
Que possui memória de 30 segundos. Esqueceu o passado. Livrou-se das tristes lembranças.
Que o coração está aberto para o sentimento arrebatador que é o amor !
Livrando-se da rotina.
Melhor é todo tormento do amor!

"Ter a sensação de como estar sem ela!
Como ficar sem ela?
O que faço sem ela?
O que estou fazendo aqui, se ela não está?
Será que me encontro?
Será que consigo?
Para onde vou?
Não lembra de mim sozinho!"

sábado, janeiro 13, 2007

"Já sinto saudade de tantas coisas.
Que não sei, do que não sinto saudade.
Melhor seria morrer de saudade.
Do que tê-la como companhia.
Triste é viver com saudade."

quarta-feira, dezembro 27, 2006

Qual entre tantas escolher? Por que? Para que?

Eu Não Paro
Ana Carolina
Composição: Ana Carolina, Dudu Falcão e Lula Queiroga


Quando eu vou parar e olhar pra mim
Ficar de fora
E olhar por dentro
Se eu não consigo
Organizar minhas idéias
Se eu não posso
Se eu esqueço de mim?
E eu pensei que fosse forte
Mas eu não sou
Quando eu vou parar pra ser feliz
Que hora
Se não dá tempo
Se eu não me encontro
Nos lugares onde eu ando
Nem me conheço
Viro o avesso de mim?
Se eu não sei o que é sonhar
Faz tanto tempo
Tanto mar
E o meu lugar
É aqui?
Uma rua atravessada em meu caminho
Nos meus olhos
Mil faróis
Preciso aprender a andar sozinho
Pra ouvir minha própria voz
Quem sabe assim
Eu paro pra pensar em mim
Quem sabe assim
Eu paro pra pensar em mim







Aqui
Ana Carolina
Composição: Antônio Villeroy/Ana Carolina

Aqui
Eu nunca disse que iria ser
A pessoa certa pra você
Mas sou eu quem te adora
Se fico um tempo sem te procurar
É pra saudade nos aproximar
E eu já não vejo a hora
Eu não consigo esconder
Certo ou errado, eu quero ter você
Ei, você sabe que eu não sei jogar
Não é meu dom representar
Não dá pra disfarçarEu tento aparentar frieza mas não dá
É como uma represa pronta pra jorrar
Querendo iluminar
A estrada, a casa, o quarto onde você está
Não dá pra ocultar
Algo preso quer sair do meu olhar
Atravessar montanhas e te alcançar
Tocar o seu olhar
Te fazer enxergar e se enxergar em mim
Aqui
Agora que você parece não ligar
Que já não pensa e já não quer pensar
Dizendo que não sente nada
Estou lembrando menos de você
Falta pouco pra me convencer
Que sou a pessoa errada
Eu não consigo esconder...

sábado, dezembro 23, 2006

VAI
Ana Carolina
Composição: Simone Saback


Espera aí,
Nem vem com essa estória
Eu nem quero ouvir
Não dá pra te esquecer agora.
Como assim?
Você disse que me amava tanto ontem
Eu juro que ouvi
Calma aí!
Que diabo você tá dizendo agora?
Que onda é essa de outro lance pra viver?
Você nem pode tá falando sério
Vivi pra você
Morri pra você
Pois então vai

A porta esteve aberta o tempo todo, sai
Quem tá lhe segurando.
Você sabe voar
Pois então vai
A porta na verdade nem existe, sai
O que está esperando?
Você sabe voar.
Então tá bom

É, senta e conta logo tudo devagar
Não minta, não me faça suportar
Você caindo nesse abismo enorme
Tão fora de mim.Tá legal
É, e eu faço o quê com a nossa vida genial?
Cê vai viver pra outra vida
E eu fico aqui
Na vida que ficou em minha vida
Tão perto de mim
Tão longe de mim
Pois então vai, a porta esteve aberta o tempo todo

Sai! Quem tá lhe segurando?
Você sabe voar
Pois então vai, vai
A porta na verdade nem existe, sai
O que está esperando?
Você sabe voar,
De volta pra mim

De volta pra mim...

Grandissisima









Grandíssima biografia.
Grandíssima história.
Grandíssima produtora.
Grandíssima diretora.
Grandíssima cineasta.
Grandíssima star.

Grandíssima fuga, fuga,fuga...

Grandíssima protagonista.
Grandíssima musa.
Grandíssima inspiração.
Grandíssima tatuagem.
Grandíssima cicatriz.
Grandíssima marca.
Grandíssima pixação.

Grandíssima fuga, fuga,fuga...

Grandíssima brincadeira.
Grandíssima fantasia.
Grandíssima alucinação.
Grandíssima obsessão.
Grandíssima devoção.
Grandíssima platônica.

Grandíssima fuga, fuga,fuga...

Grandíssima em alegria?
Grandíssima em maravilhar?
Grandíssima em êxtase?
Grandíssima em esplendor?
Grandíssima em paixão?
Grandíssima em amor?

Grandíssima fuga, fuga,fuga...

Gostaria que não enxergasse.
Gostaria que não olhasse.
Gostaria que meus olhos não brilhassem.
Que não houvesse turbilhão.
Maldito coração, prefere
Dedicar afeição em vão.
De hoje em diante não mais.
Hoje da boca para fora.
Amanhã do corpo para fora.
Após algum tempo não mais.

Grandíssima fuga, fuga,fuga...

A um ano atrás li,
Mendigando minha atenção.
A meio ano atrás li,
Acredito em amor mendigo.
Já é tempo de amar sem mendigar.
Existe outras formas de amor.
Amar e mendigar podem até rimar.
Sentimentos que não podem se misturar.
Misturar deforma o verbo amar.


HIGHLANDER, NOITE E DIA...

- Hoje a historia vai tomar novo rumo.
Não se muda o passado.
Não se esconde.
Só se aprende, não esquecendo.


Ontem eu vi Highlander.
Parece um anjo que caiu do céu.
Me enfeitiçou, nunca vi encanto igual.
Adorei,
Seu sorriso a luz do sol, de inverno.
Seu casaquinho vermelho, encarnado.
Seu trocar do óculos, escuro.
Seu olhar "tem alguém olhando", imagino.
Ontem eu vi Highlander.
Disfarçar, fingir que não ver.
Olhar, quase não perceber.
Coração, músculo em festa.
Sorrir, não conter rir.
Ontem eu vi Highlander.
Desejo ver.
Quero não assistir.
Bom é observar.
Não é bom olhar,
Como vou ficar.
Ontem eu vi Highlander.
Saudade, um dia vai com ela!
Tristeza, um dia vai com ela!
Brilho no olhar exista um dia sem ela!
Emoção turbinada exista um dia sem ela!
Festival de Cinema, me leve pra longe dela!
Espaço Unibanco, me leve para longe dela!
Universo, destino, acaso, me afastem de quem me tira o sono!
Ontem eu vi Highlande. Ontem eu vi Highlander. Ontem eu vi Highlander.

quinta-feira, dezembro 07, 2006

Esse momento inesquecível!

Já tenho os cincos pneus arriados pôr ela.
Te lá visto falando para aquele publico todo.
Dividida entre o nervosismo e a emoção.
Deslumbramento, poderia dizer tudo.
Se ela não estivesse naquele vestido preto.
Que pode cair como uma luva em algumas ocasiões.
Naquele momento foi excepcional.
Nesse dia tão especial para ela.
Teve um ar de eterno.
Uma áurea de finito, de star!
Nada mais cabia nesse seu momento de esplendor.

sexta-feira, dezembro 01, 2006

Prevendo...

“Todo carnaval tem seu fim.
Todo carnaval tem seu fim
E é o fim
É o fim

Deixa eu brincar de ser feliz.
Deixa eu pintar o meu nariz.
Deixa eu brincar de ser feliz.
Deixa eu pintar o meu nariz”


Premunição.

Pedi, insisti, quase que implorei a minha amiga de MSN e Orkut, que me enviasse uma foto sua.
Pensando que se um ou no dia que nós não se falássemos mais. Teria uma lembrança viva, da sua presença em minha vida. Já que nesses tempos de vivencia online, as pessoas vêm e vão num click. Recebendo a foto depois dela muita reclamação, revelei, pois tive um pequeno raio de esperança que ela viria ao Rio e quando a encontrasse, lhe entregaria. Num dia de conversa no MSN ela me falou que não poderia vir mais por compromissos profissionais. Claro que a criatura aqui caiu na bobeira de lhe mostrar a foto revelada. Percebi que ela ficou muito chateada. Só não percebi que foi a ponto de quebrar nosso acordo no MSN e deixar de falar comigo simplesmente. Ou será que foi alguma coisa que disse por causa disso? Realmente não sei.
Só sei que sinto saudades dela. Sinto sua falta. E só sei que numa matéria onde ela é doutora, como ela já me disse com outras palavras. Acho ainda que sou embrião. Não consigo ser frio ou rude com quem gosto por mais de vinte minutos. Depois dos primeiros minutos já vai batendo a perda, a ausência e a carência enfim e passa tudo. O incrível foi que justamente o motivo do afastamento, foi o que pretendia ser a lembrança da sua presença.

Com quem que vou brigar agora? Divergir de opinião nós mínimos detalhes?
Quem é que vai dizer naum pra mim? Se só outra antes dela falava assim!
Pode parecer comportamento de quem só valoriza quem perdeu, esse não é o meu caso. Já que a pessoa mesmo dizia, que não conseguia viver sem sua amizade.Acho que ela tem razão, no que depender de mim, realmente não. Infelizmente ter sua amizade não depende só do meu desejo e vontade. Se não jamais deixaria de estar em sua companhia mesmo que online. Já que se pudesse fazer um desejo, gostaria próximo dela morar, para poder sairmos juntos. E agora que nem sei se ela está realmente estudando por conta própria como me falou. Fiquei todo animado, pensei até em fazer o mesmo. Já que não teria, mas ninguém para passar a madrugada mo MSN. Essa moça que de boné arrasa, faz muita falta. Será que o tempo quebrará o gelo do seu coração ou não. Tick! Tack! As horas...

Todo carnaval tem sem fim?
Deixa eu brincar de ser feliz!!!
Deixa eu pintar o meu nariz!!!
Deixa...deixa...deixa!!!

sexta-feira, novembro 17, 2006

Sentido Contrário


Eu disse a uma amiga:
“Adivinha com quem eu estou falando no MSN?”.
Ela disse: Highlander.
Eu disse: Deus não faz mais milagre!
O meu milagre é ela.
Penso que o milagre é sua existência.
Vê-la é o maior milagre.

Se como musa ela é uma excelente cineasta.
Se como cineasta ela é uma musa maravilhosa.

Disseram-me: Até que você está bem depois de vê-la.
Mas eu pensei cada coisa...
Eu pensei tanta coisa...
Dar-lhe a mão, tal qual siamês.
Provar do seu Yakisoba.
Não me canso de dizer
Fazer você se arrepiar!
Colocar sua cabeça no colo.
Fazer carinho em seus, meus cachinhos.
Sem no amanhã se quer pensar
Como diz uma música que ouvi hoje no “Multi Show”
Fazer de você meu “ursinho de dormi”.
Dormir de conchinha...


Sentido Contrário
Isabella Taviani


Tudo que eu queria agora
Era um beijo seu
Molhado
Como quase sempre estão os olhos meus
Deitar nos teus ombros
E dormir em paz
Será que é pedir demais?
Cadê você amor?
Sozinha agora estou, de novo

Tudo o que eu queria
Era o seu calor
Colar teu corpo junto ao meu
E detonar o cobertor
Contraditório
Sua pele quente me faz tremer
Cadê você amor?
Por que não vem me ver?

E aí
O que é que eu faço com essa falta que você me faz?
A hora nesse quarto parece andar pra trás
Mas quando estou com você
O tempo voa.

quarta-feira, novembro 08, 2006

Quem é você?

Pergunto-me?
Como pode alguém saber?
Dizer, o que se passa dentro da gente?
Ou todo desamor ou perda do amor é igual?
Se isso é coisa de adolescente?
Então é preciso ser, para assim amar e sentir?
Quando se ama torna-se adolescente?
Ou somente eles expressão o que realmente sentem?
Então como adolescente amar sempre?
E não ter medo nunca, do novo amar?


Quem é você?

Quem é você que me tira o sono,
quando o que eu mais quero é
sonhar...
Quem é você que me faz esquecer de
Mim. De tanto pensar em você...
Quem é você que me faz chorar,
quando o que eu mais quero é sorrir...
Quem é você que me tira o sossego,
quando o que eu mais quero é paz...
Quem é você que faz meu coração
pulsar a mais de mil...
Quem é você que tanto me consome,
que tira minhas forças...
Quem é você?
Quem é você que me faz ficar muda,
quando o que eu mais quero é falar...
Quem é você que entrou no meu
Coração sem pedir licença, e levou os
Meus sentimentos mais profundos e
sinceros...
Quem é você que rouba a chave para
abrir o meu coração, e o fechou sem
dar satisfações...
Quem é você faz viver no
mundo das ilusões...
Quem é você que me faz desistir,
Quando o que mais quero é lutar...

Cora Marcelino Florêncio, 16 anos
Estudante do Colégio Est. Edmundo Silva.
Revista Magazine

terça-feira, outubro 31, 2006

ROSAS


Rosas
Ana Carolina
Composição: Antonio Villeroy

Você pode me ver do jeito que quiser
Eu não vou fazer esforço pra te contrariar
De tantas mil maneiras que eu posso ser
Uma delas estou certa que vai te agradar

Porque eu sou feita pro amor da cabeça aos pés
E não faço outra coisa do que me doar
Se causei alguma dor não foi por querer
Nunca tive a intenção de te machucar

Porque eu gosto é de rosas e rosas e rosas
Acompanhadas de um bilhete me deixam nervosa
Toda mulher gosta de rosas e rosas e rosas
Muitas vezes são vermelhas mas sempre são rosas

Se o meu santo por acaso não bater com o teu
Eu retomo o meu caminho e nada a declarar
Meia culpa cada um que vá cuidar do seu
Se for só um arranhão não vou nem soprar

Porque eu sou feita pro amor da cabeça aos pés
E não faço outra coisa do que me doar
Se causei alguma dor não foi por querer
Nunca tive a intenção de te machucar

Porque eu gosto é de rosas e rosas e rosas
Acompanhadas de um bilhete me deixam nervosa
Toda mulher gosta de rosas e rosas e rosas
Muitas vezes são vermelhas mas sempre são rosas

segunda-feira, outubro 30, 2006

Tantos cofrinhos, cofrinhos tantos...

"Pagar" cofrinho, cofrinhos tantos...
Brasileiros e estrangeiros.
Latinos, americanos, francês.
A gosto do freguês.

"Pagar" cofrinho, cofrinhos tantos...
Magrinhos e gordinhos.
Fofinhos, definidos, sarados.
A desejo dos malhados.
"Pagar" cofrinho, cofrinhos tantos...
Branquinhos e negros.
Morenos, louros, dourados.
Que será dos prateados

"Pagar" cofrinho, cofrinhos tantos...
Tatuados e com piercings.
Escondidos, cobiçados, mostrados.
Nunca tanto contemplados.

Meu senhor do reguinho!
Arranje um cofrinho!
Todinho pra mim!

domingo, outubro 29, 2006

Imagine Eu e Você?

Imagine Eu e Você?
Imagine Eu e Você.
Imagine Eu e Você!



Quando as mãos delas se encontram, pela primeira vez.
Quando uma afasta o cabelo da outra e faz carinho na fronte.
Quando uma pede para a outra apertar o diafragma com as duas mãos.
Quando uma ensina a outra a gritar: “Aperta o diafragma e encha a boca de ar como se o céu fosse uma catedral”!
Quando ia acontecer o primeiro “selinho” e não foi.
Quando elas dançam juntar na máquina, na loja de game.
Quando uma delas diz o que é lírio: “Te desafio a me amar”.
Quando uma delas diz.”Errei sim, mas tenho certeza que faria de novo”.

Só os tolos são românticos.
Só os tolos acreditam em amor á primeira vista.
Só os tolos acreditam em alma gêmea, cara metade e loucuras de amor!
Deve existir uma terra para os tolos.
Só preciso descobrir o caminho.

-O amor é assim...fazer coisas, que são possíveis só com aquela pessoa.

IMAGINE EU & VC: Quando o amor acontece, nada consegue conter.

(TEMA DO FILME)

Imagine Eu E Você.
Eu imagino.
Penso em você dia e noite.
É o certo.
Pensar na garota que ama.
E abraçá-la com força.
Tão felizes juntos.

Se pudesse ligar para você.
Investir uma moeda (crédito).
E você dissesse:
Que me pertence.
E me tranqüilizasse.
Imagine como o mundo seria.
Tão bom.
Tão felizes juntos.

Não me vejo amanhã ninguém.
Além de você.


Por toda vida.
Quando está comigo.
Os céus ficam azuis.

Por toda minha vida.
Eu e você.
Você e eu.

Não importam como jogam os dados.
Tinha de ser eu e você.
A única para mim é você.
E você é para mim.
Tão felizes juntos
Eu e você.

quarta-feira, outubro 25, 2006

Frio conforme o cobertor...

Será que existe cobertor para um frio desse
tamanho?
Foram anos de lembranças, momentos, saudades,
inseguranças...
Como pode alguém deixar o ser amado assim?
Por escolha.
Por vontade própria.
Por intermédio de ninguém.
Escolher o abandono
sem volta. Sem segunda chance.
Como alguém pode explicar á partida em um.
Um bilhete.
Uma carta.
Um email.
Nunca bastariam para justificar
essa ação.
Entendo que só quem comete esse ato pode dizer o motivo dessa
atitude.
Só estando no seu lugar para entender.
Para quem fica é a morte
em vida.
Como passar por todas as fases de uma perda sem o pior dos
sentimentos, culpa.
Vai passar, dirão alguns.
O tempo é o melhor remédio
dirão outros.
Mas a custa de quanto sofrimento?
Quanto
praguejar?
Quanta saudade?
Gostaria de poder ter uma palavra de
alento.
Não encontrei nem uma.
Então deixo um acalento.
Dorme menina
do meu coração....

Sonhei...

Estava eu na fila de mais uma sessão do Festival de cinema conversando.
Que todos os meus filmes são histórias de mulheres.
Com exceção dos “tapa buracos” entre as sessões escolhidas, com exceção de um realmente.
Dizendo não entender como pode alguém não priorizar o amor de uma mulher?
Uma mulher (senhora, mãe. Avó e ect...) disse ter amado muitos homens. Mas só ter descoberto o amor verdadeiro com o nascimento da neta. Por ser uma amor desprovido de responsabilidade, troca, “querer comer” – a tal posse.
Não sou de tantos amores, porém sei que.
Posse, um sentimento de aprisionamento.
Amor, um sentimento de liberdade.
Inversão de sentimentos.
“Seu corpo lhe pertence”. Ensinou o feminismo.
“O maior prazer é dar prazer ao outro”.Diz a Rita Lee.
“Saber amar é querer o bem do outro”. Falou Arthur Távola.
Dormir pensando nisso. Sonhei “Highlander”.
Acho que pesadelo e não sonho. Por dois motivos:
Primeiro meu coração não suportaria vê-la todos os dias.
Depois da Soundtrack Super-Heróis.
O que era platônico tornou-se desejo.
Viu! O deu vê-la dançando bem demais!

Segundo ela tinha alisado seus, meus cachinhos!
Meus cabelos cacheadinhos!
Justamente uma das qualidades que faz dela única, musa.
Entre as mulheres. Foi pesadelo!
Foi pesadelo. Meu coração não suportaria.
Justamente ele que diz:
“Pode controlar todo seu corpo.
Até dissimular o seu olhar, quando ela aparece.
Nesse caso, tenho vontade própria, sou todinho dela.
A alegria que sinto por ela existir.
Por ela está bem.
Por ela ser feliz, mesmo vivendo em Dogville.
Por ela fazer cinema.
Por ela ser cineasta.
Por ela gostar de carnaval de rua.
Por ela adorar um bloco.
Por ela ter dito – Se não é amor o que é então?”

Dizem que é obsessão.
Dizem que é loucura.
O que é a paixão, se não uma obsessão.
O que é o amor, se não uma loucura.
De querer bem ao outro mais do que a si mesmo?

terça-feira, outubro 24, 2006

Quem tem o direito, que direito tem alguém, de possuir assim?!

“- Pensei que te construía
para a multidão mas era para
mim que te estava construindo...
Queria ser eu só a ver-te,
mergulhando na minha
admiração. Senti por ti essa
espécie de ciúme que deve
empolgar um artista que mostra
aos estranhos a sua obra. Que é
que eles sabem de ti? Eu é que
sei onde se deve olhar. Eu é que
sei onde ficaram as minhas noites,
os meus olhos, a minha vontade:
como os escultores sabem onde
ficaram as suas mãos, os seus
intuitos, e a obstinação da matéria
viva em escapar...Ninguém te
entende, senão eu. Ninguém tem o
direito de te amar!”


Trecho da peça “Ás de ouro” de Cecília Meireles.

“Les Filles du Botaniste”

Por que os melhores filmes de amor neste momento são entre mulheres de etnia oriental?
Por que elas são meigas, doces, serenas, servis e até submissas?
Se não admiro mulheres submissas, como gosto tanto de filmes entre mulheres de olhos puxadinhos?
Será que o mercado se abriu para eles?
Será que o oriente se liberou e está mais tolerante com a diferença?
O que me surpreendeu, foi ir ver um filme de amor. Pela sinopse do jornal.Chegando lá, ser uma história de amor entre duas mulheres.
Pelo que vejo cada uma das histórias é mais linda que a outra. Os silêncios, o calar, o contemplar. Mesmo quando o cenário não é o oriente como em “Livrando a cara”, uma pseudocomédia, com uma história de amor surpreendente.
Ou como “Les filles du botaniste”.
Que quando percebi, quando dei por mim, estava ela na maior contemplação dizendo: “Como é linda”. “Como é bom, estar aqui com você”.
Lugar comum podem dizer, mas com um porém.
Um que de contemplação que nem uma outra cinematografia ousa, sem parecer enfadonho. Assim como “Casa vazia”, “O arco” e “Primavera, verão, outono, inverno, primavera...” e ect.
Mas a visão do corpo feminino no imaginário de outra mulher é algo misteriosamente sublime. Sentimentalmente superior a qualquer visão do corpo de mulher.
Sem esquecer a contenção de sentimentos que os orientais possuem. As mulheres orientais são campeãs.
Amei, amei, amei.... LesFilles du Botaniste.
















.

quinta-feira, outubro 19, 2006

EU ACREDITO...

Fiz esse depoimento como quem recebe uma graça.
Por ter encontrado esse dizer em seu álbum de fotos.
Digerir, liberar, libertar um sentimento, tantos sentimentos.
Tenho nela uma ”FADA”.
Que me fez uma pessoa melhor ou menos pior?
Que me livrou de uma amarra.
Que amor pode ser mendigo.
Desde que seja amor...

Para: CAROLINA G.

Essa pessoa que surgiu por acaso.
Como um feito feixe de luz.
Como um astro no firmamento.
Como um encontro casual.
Como freqüentadora dos mesmos ambientes culturais.
Se for verdade que coincidências não existem.
Nesse caso é prerrogativa para que isso se confirme.

Na procura de saber se o rosto vista no ambiente cultural.
Era o mesmo que visto na comunidade, me dirigi ao seu scrapbook!
E encontrei uma simples frase. São palavras sua.
De junção de acontecimento e ocasião.
Não para mim.

Essa frase me fez digerir, determinada situação que nada conseguia.
Fez-me entender, que se uma mulher pensa assim, outras pode pensar.
Destravou pensamentos e sentimentos que a muito me incomodavam.
Tanto que após, brinquei até com isso no Orkut.

Nunca deixe de ser encantadora.
Nunca deixe de transmitir carinho.
Nunca deixe de fazer desejoso da sua amizade.
Quem possuindo sensibilidade, para enxergando além da pessoa, descobrir o ser.
Para mim você é uma “FADA”. Em todos os sentidos.
De iluminação.
De bondade.
De carinho.
E respeito.
Percebendo tudo isso sem estar contigo pessoalmente.
Fico a imaginar, como são privilegiados seus amigos de poderem contigo estar e contar!
“Minha fada” só pode dizer uma coisa:
“EU ACREDITO EM AMOR MENDIGO”.









MENDIGO DE AMOR
Quisiera probar lo que llevas dentro,
eso prohibido que pasión desata;
eso que siempre guardas y ocultas,
pero que la mente siempre lo arrebata.

Piel la tuya, que acalora y rima,
mis versos de fuego que al arder
consumen el ansia, y mis deseos,
dentro de tu vientre se irán a perder.

No importa que pecado cometa,
al penetrar tu cuerpo con el mío,
si solamente lo pienso y lo deseo,
siempre obtendré el mismo castigo.

Dame más y aprieta mi muslo,
acurruca tu alma sobre mi pecho
y deja que tu boca grite al caer
tu suspiro final sobre mi lecho.
(Misanto Suncín)

quarta-feira, outubro 18, 2006

"O BRILHO DOS MEUS OLHOS"


Festival de Cinema de Brasília
seleciona seus inéditos.

Seguindo a linha de selecionar somente filmes inéditos.
Ontem o Festival de Brasília divulgou sua lista de concorrentes.
- “Batismo de Sangue”, de Helvécio Ratton.
- “Cleópatra”, de Julio Bressane.
- “Baixio das bestas”, de Cláudio Assis.
- “Quero”, de Carlos Cortes.
- “O engenho de Zé Lins”, de Vladimir Carvalho.
- “Encontro com Milton Santos ou o mundo global visto do lado de cá”, de Silvio Tender.

A comissão de seleção de curtas de 35 , escolheu 12 filmes, 4 deles sendo de Brasília.
Do Rio os selecionados foram:
- “O brilho dos meus olhos”, de Allan Ribeiro.
- “Helena Zero” de Joel Pizzini.
- “O homem-livro”, de Anna Azevedo.

O festival terá início em 21 de novembro, terminando dia 28.


Mostra Competitiva 35mm – curtas 35mm

O brilho dos meus olhos
Direção: Allan Ribeiro
ficção pb 35mm 11min RJ 2006
Em busca de um momento prodigioso, para que faça algum sentido continuar vivendo.
elenco Marcelo Dias, Mestre Evandro e Dona Antônia
produção executiva Ana Alice de Moraes roteiro e montagem Allan Ribeiro fotografia Pedro Faerstein som Rodrigo Maia direção de arte e cenografia Paula Gurgel e Julia Pina figurino Andressa Camargo e Flávia Souza trilha sonora Rodrigo Marconi música original Gonzaguinha produtora Universidade Federal Fluminense
filmografia Papo de Botequim, 2004; Boca a Boca, 2003; Senhoras, 2002; e Desconforto, 2001.

terça-feira, outubro 17, 2006

AMIZADE

Amizades se perdem.
Somem, no telefonema que não
podia ter faltado
ou, no perdão, que não pedimos há
mais tempo.
Adormecem no esquecimento da
distância
ou morre, na traição do golpe
inesperado.
Não se iluda: há sempre menos
Amigos do que se pensar ter
e nem todos são tão verdadeiros
assim.
Amizades não trazem o desespero
do amor,
mas a agonia da dor lenta e
silenciosa.
Amizades às vezes se envenenam,
tanto no gesto impensando quanto
na frase errada.
E não se surpreenda se, com toda a
sua complacência,
for mais difícil perdoar um amigo
do que um agressor,
porque sempre se exige mais a
quem mais se dá.
Amigos muitas vezes nos fazem
surpresas
e não se pode dizer que sejam
todas agradáveis.
E, se de repente eles se apartam de
nossas vidas
sem qualquer satisfação ou uma
despedida sequer,
só nos resta aceitar a verdade
de que os amigos nem sempre são
pra sempre.

José Henrique Calazans de Souza,
20 anos.
Magazine – 10/10/2006

VI HIGHLANDER...

Estava reticente em escrever aqui pelas emoções vividas no Festival de Cinema que foram muitas! Mais. Vi Highlander!

Tenho uma teoria que se a pessoa muda o trajeto da viajem, do caminho, do passeio, do retorno e ect. Encontra alguém diferente. Então hoje vindo do Maison de France mudei o caminho e encontrei quem, quem, quem? Highlander!!!

Vi Highlander de chapéu!
Vi Highlander de chapéu!
Vi Highlander de chapéu!


De saia rodada!
De sandália de tirinha!
De sandália bem fininha!


Vi Highlander de chapéu!
Vi Highlander de chapéu!
Vi Highlander de chapéu!


- É um contentamento descontente...
Mas dessa vez ficou só o contentamento, culpa da saudade...

terça-feira, outubro 10, 2006

ELA SABE POR QUE! THE L WORD!

Não me arrependo
(Caetano Veloso)


Eu não me arrependo de você
Você não me devia maldizer assim
Vi você crescer, fiz você crescer
Vi 'cê me fazer crescer também p'ra além de mim

Não, nada irá nesse mundo apagar o desenho que temos aqui
Nem o maior dos seus erros meus erros, remorsos, o farão sumir
Vejo essas novas pessoas que nós engendramos em nós e de nós

Nada, nem que a gente morra, desmente o que agora chega a minha voz!
Nada, nem que a gente morra, desmente o que agora chega a minha voz...