Será que existe cobertor para um frio desse
tamanho?
Foram anos de lembranças, momentos, saudades,
inseguranças...
Como pode alguém deixar o ser amado assim?
Por escolha.
Por vontade própria.
Por intermédio de ninguém.
Escolher o abandono
sem volta. Sem segunda chance.
Como alguém pode explicar á partida em um.
Um bilhete.
Uma carta.
Um email.
Nunca bastariam para justificar
essa ação.
Entendo que só quem comete esse ato pode dizer o motivo dessa
atitude.
Só estando no seu lugar para entender.
Para quem fica é a morte
em vida.
Como passar por todas as fases de uma perda sem o pior dos
sentimentos, culpa.
Vai passar, dirão alguns.
O tempo é o melhor remédio
dirão outros.
Mas a custa de quanto sofrimento?
Quanto
praguejar?
Quanta saudade?
Gostaria de poder ter uma palavra de
alento.
Não encontrei nem uma.
Então deixo um acalento.
Dorme menina
do meu coração....
quarta-feira, outubro 25, 2006
Frio conforme o cobertor...
Sonhei...
Que todos os meus filmes são histórias de mulheres.
Com exceção dos “tapa buracos” entre as sessões escolhidas, com exceção de um realmente.
Dizendo não entender como pode alguém não priorizar o amor de uma mulher?
Uma mulher (senhora, mãe. Avó e ect...) disse ter amado muitos homens. Mas só ter descoberto o amor verdadeiro com o nascimento da neta. Por ser uma amor desprovido de responsabilidade, troca, “querer comer” – a tal posse.
Não sou de tantos amores, porém sei que.
Posse, um sentimento de aprisionamento.
Amor, um sentimento de liberdade.
Inversão de sentimentos.
“Seu corpo lhe pertence”. Ensinou o feminismo.
“O maior prazer é dar prazer ao outro”.Diz a Rita Lee.
“Saber amar é querer o bem do outro”. Falou Arthur Távola.
Dormir pensando nisso. Sonhei “Highlander”.
Acho que pesadelo e não sonho. Por dois motivos:
Primeiro meu coração não suportaria vê-la todos os dias.
Depois da Soundtrack Super-Heróis.
O que era platônico tornou-se desejo.
Viu! O deu vê-la dançando bem demais!
Segundo ela tinha alisado seus, meus cachinhos!
Meus cabelos cacheadinhos!
Justamente uma das qualidades que faz dela única, musa.
Entre as mulheres. Foi pesadelo!
Foi pesadelo. Meu coração não suportaria.
Justamente ele que diz:
“Pode controlar todo seu corpo.
Até dissimular o seu olhar, quando ela aparece.
Nesse caso, tenho vontade própria, sou todinho dela.
A alegria que sinto por ela existir.
Por ela está bem.
Por ela ser feliz, mesmo vivendo em Dogville.
Por ela fazer cinema.
Por ela ser cineasta.
Por ela gostar de carnaval de rua.
Por ela adorar um bloco.
Por ela ter dito – Se não é amor o que é então?”
Dizem que é obsessão.
Dizem que é loucura.
O que é a paixão, se não uma obsessão.
O que é o amor, se não uma loucura.
De querer bem ao outro mais do que a si mesmo?
terça-feira, outubro 24, 2006
Quem tem o direito, que direito tem alguém, de possuir assim?!
para a multidão mas era para
mim que te estava construindo...
Queria ser eu só a ver-te,
mergulhando na minha
admiração. Senti por ti essa
espécie de ciúme que deve
empolgar um artista que mostra
aos estranhos a sua obra. Que é
que eles sabem de ti? Eu é que
sei onde se deve olhar. Eu é que
sei onde ficaram as minhas noites,
os meus olhos, a minha vontade:
como os escultores sabem onde
ficaram as suas mãos, os seus
intuitos, e a obstinação da matéria
viva em escapar...Ninguém te
entende, senão eu. Ninguém tem o
direito de te amar!”
Trecho da peça “Ás de ouro” de Cecília Meireles.
“Les Filles du Botaniste”
a oriental?Por que elas são meigas, doces, serenas, servis e até submissas?
Se não admiro mulheres submissas, como gosto tanto de filmes entre mulheres de olhos puxadinhos?
Será que o mercado se abriu para eles?

Será que o oriente se liberou e está mais tolerante com a diferença?
O que me surpreendeu, foi ir ver um filme de amor. Pela sinopse do jornal.Chegando lá, ser uma história de amor entre duas mulheres.
Pelo que vejo cada uma das histórias é mais linda que a outra. Os silêncios, o calar, o contemplar. Mesmo quando o cenário não é o oriente como em “Livrando a cara”, uma pseudocomédia, com uma história de amor surpreendente.
Ou como “Les filles du botaniste”.
Que quando percebi, quando dei por mim, estava ela na maior contemplação dizendo: “Como é linda”. “Como é bom, estar
aqui com você”.Lugar comum podem dizer, mas com um porém.
Um que de contemplação que nem uma outra cinematografia ousa, sem parecer enfadonho. Assim como “Casa vazia”, “O arco” e “Primavera, verão, outono, inverno, primavera...” e ect.
Mas a visão do corpo feminino no imaginário de outra mulher é algo misteriosamente sublime. Sentimentalmente superior a qualquer visão do corpo de mulher.
Sem esquecer a contenção de sentimentos que os orientais possuem. As mulheres orientais são campeãs.
Amei, amei, amei.... LesFilles du Botaniste.








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quinta-feira, outubro 19, 2006
EU ACREDITO...
Por ter encontrado esse dizer em seu álbum de fotos.
Digerir, liberar, libertar um sentimento, tantos sentimentos.
Tenho nela uma ”FADA”.
Que me fez uma pessoa melhor ou menos pior?
Que me livrou de uma amarra.
Que amor pode ser mendigo.
Desde que seja amor...
Para: CAROLINA G.
Essa pessoa que surgiu por acaso.
Como um feito feixe de luz.
Como um astro no firmamento.
Como um encontro casual.
Como freqüentadora dos mesmos ambientes culturais.
Se for verdade que coincidências não existem.
Nesse caso é prerrogativa para que isso se confirme.
Na procura de saber se o rosto vista no ambiente cultural.
Era o mesmo que visto na comunidade, me dirigi ao seu scrapbook!
E encontrei uma simples frase. São palavras sua.
De junção de acontecimento e ocasião.
Não para mim.
Essa frase me fez digerir, determinada situação que nada conseguia.
Fez-me entender, que se uma mulher pensa assim, outras pode pensar.
Destravou pensamentos e sentimentos que a muito me incomodavam.
Tanto que após, brinquei até com isso no Orkut.
Nunca deixe de ser encantadora.
Nunca deixe de transmitir carinho.
Nunca deixe de fazer desejoso da sua amizade.
Quem possuindo sensibilidade, para enxergando além da pessoa, descobrir o ser.
Para mim você é uma “FADA”. Em todos os sentidos.
De iluminação.
De bondade.
De carinho.
E respeito.
Percebendo tudo isso sem estar contigo pessoalmente.
Fico a imaginar, como são privilegiados seus amigos de poderem contigo estar e contar!
“Minha fada” só pode dizer uma coisa:
“EU ACREDITO EM AMOR MENDIGO”.

Quisiera probar lo que llevas dentro,
eso prohibido que pasión desata;
eso que siempre guardas y ocultas,
pero que la mente siempre lo arrebata.
Piel la tuya, que acalora y rima,
mis versos de fuego que al arder
consumen el ansia, y mis deseos,
dentro de tu vientre se irán a perder.
No importa que pecado cometa,
al penetrar tu cuerpo con el mío,
si solamente lo pienso y lo deseo,
siempre obtendré el mismo castigo.
Dame más y aprieta mi muslo,
acurruca tu alma sobre mi pecho
y deja que tu boca grite al caer
tu suspiro final sobre mi lecho.
quarta-feira, outubro 18, 2006
"O BRILHO DOS MEUS OLHOS"
Festival de Cinema de Brasíliaseleciona seus inéditos.
Seguindo a linha de selecionar somente filmes inéditos.
Ontem o Festival de Brasília divulgou sua lista de concorrentes.
- “Batismo de Sangue”, de Helvécio Ratton.
- “Cleópatra”, de Julio Bressane.
- “Baixio das bestas”, de Cláudio Assis.
- “Quero”, de Carlos Cortes.
- “O engenho de Zé Lins”, de Vladimir Carvalho.
- “Encontro com Milton Santos ou o mundo global visto do lado de cá”, de Silvio Tender.
A comissão de seleção de curtas de 35 , escolheu 12 filmes, 4 deles sendo de Brasília.
Do Rio os selecionados foram:
- “O brilho dos meus olhos”, de Allan Ribeiro.
- “Helena Zero” de Joel Pizzini.
- “O homem-livro”, de Anna Azevedo.
O festival terá início em 21 de novembro, terminando dia 28.
O brilho dos meus olhos
Direção: Allan Ribeiro
ficção pb 35mm 11min RJ 2006
Em busca de um momento prodigioso, para que faça algum sentido continuar vivendo.
elenco Marcelo Dias, Mestre Evandro e Dona Antônia
produção executiva Ana Alice de Moraes roteiro e montagem Allan Ribeiro fotografia Pedro Faerstein som Rodrigo Maia direção de arte e cenografia Paula Gurgel e Julia Pina figurino Andressa Camargo e Flávia Souza trilha sonora Rodrigo Marconi música original Gonzaguinha produtora Universidade Federal Fluminense
filmografia Papo de Botequim, 2004; Boca a Boca, 2003; Senhoras, 2002; e Desconforto, 2001.
terça-feira, outubro 17, 2006
AMIZADE
Somem, no telefonema que não
podia ter faltado
ou, no perdão, que não pedimos há
mais tempo.
Adormecem no esquecimento da
distância
ou morre, na traição do golpe
inesperado.
Não se iluda: há sempre menos
Amigos do que se pensar ter
e nem todos são tão verdadeiros
assim.
Amizades não trazem o desespero
do amor,
mas a agonia da dor lenta e
silenciosa.
Amizades às vezes se envenenam,
tanto no gesto impensando quanto
na frase errada.
E não se surpreenda se, com toda a
sua complacência,
for mais difícil perdoar um amigo
do que um agressor,
porque sempre se exige mais a
quem mais se dá.
Amigos muitas vezes nos fazem
surpresas
e não se pode dizer que sejam
todas agradáveis.
E, se de repente eles se apartam de
nossas vidas
sem qualquer satisfação ou uma
despedida sequer,
só nos resta aceitar a verdade
de que os amigos nem sempre são
pra sempre.
José Henrique Calazans de Souza,
20 anos.
Magazine – 10/10/2006
VI HIGHLANDER...
Tenho uma teoria que se a pessoa muda o trajeto da viajem, do caminho, do passeio, do retorno e ect. Encontra alguém diferente. Então hoje vindo do Maison de France mudei o caminho e encontrei quem, quem, quem? Highlander!!!
Vi Highlander de chapéu!
Vi Highlander de chapéu!
Vi Highlander de chapéu!
De saia rodada!
De sandália de tirinha!
De sandália bem fininha!
Vi Highlander de chapéu!
Vi Highlander de chapéu!
Vi Highlander de chapéu!
- É um contentamento descontente...
Mas dessa vez ficou só o contentamento, culpa da saudade...
terça-feira, outubro 10, 2006
ELA SABE POR QUE! THE L WORD!
(Caetano Veloso)

Eu não me arrependo de você
Você não me devia maldizer assim
Vi você crescer, fiz você crescer
Vi 'cê me fazer crescer também p'ra além de mim

Não, nada irá nesse mundo apagar o desenho que temos aqui
Nem o maior dos seus erros meus erros, remorsos, o farão sumir
Vejo essas novas pessoas que nós engendramos em nós e de nós

Nada, nem que a gente morra, desmente o que agora chega a minha voz!
Nada, nem que a gente morra, desmente o que agora chega a minha voz...

segunda-feira, outubro 09, 2006
quarta-feira, outubro 04, 2006
FESTIVAL DO RIO 2006!!!
(Oscar Niemeyer)
ANJOS EXTERMINADORES: Voyeurismo puro da melhor qualidade. Pelas mulheres. Pelas cenas. Inesquecíveis. Anjos ou demônios? Demônios e anjos? Anjos a exterminar nossos desejos. Nossos demônios...



Les Filles du Botaniste:POR QUE PARA MIM O MAIOR ALCANCE DO AMOR É DEPOIS DO ENCONTRO, NUNCA MAS HAVER SEPARAÇÃO, NEM A MORTE, NEM DEUS, NEM FÉ, NEM RELIGIÃO. NADA, NEM NINGUÉM. DOIS SERES INSEPARÁVEIS.
>>>>>>>>>>FESTIVAL DO RIO 2006
Les Filles du Botaniste*****
A esposa do pescador
Desilusões
Verão em Berlim
Princesas***
O retrato de uma mulher distante
A estrada
Milarepa
Como você está linda
Caindo de amor
Deite comigo
Sonhos com Shanghai***
Inimigos do Império
Sonia
O tempo congelou
Puccini para iniciantes
Paris, eu te amo****
En Soap
Enquanto isso
Todos os dias antes do amanhã
4 mulheres descalças
Pouco a pouco
Irmão padre, irmã puta
Isabella***
O amor e a cidade
Os anjos exterminadores****
Madeinusa
Quando eu era cantor(Um amor, com canções de amor!)
Backstage
Só Deus sabe
quinta-feira, setembro 28, 2006
Sou bobo é por você!
Que gosta de por último chegar.
Chegadas cinematográficas.
Indiscretas entradas.
Não amo você?
Não gosto de você?
Sou bobo é por você!
A cinéfila.
A patricinha.
A cineasta.
A recepcionista.
A staff.

Não amo você?
Não gosto de você?
Sou bobo é por você!
Vim aqui só pra ti ver.
Vim aqui olhar você.
Nem eu sei bem o por que.
Estou aqui só por você.
Motivo se ser espectador:
Da televisão.
Do show no Canecão.
Da grande sala escura.
De ser voyer em vão.
Não amo você?
Não gosto de você?
Sou bobo é por você!
Freqüentar:
Centros culturais.
Shoppings.
Lojas de departamentos.
Restaurantes em fim.
Não amo você?
Não gosto de você?
Sou bobo é por você!
O que me faz não entender:
A separação de vagões.
Para onde vou olhar.
Com que vou sonhar.
Como vou “viajar”.
Se comigo você não está?
Não amo você?
Não gosto de você?
Sou bobo é por você!
Entender?
Quem vive para o trabalho.
Quem vive para a realização.
Quem vive para os filhos.
Deve ser privilegio.
Melhor é contemplar.
Melhor é observar.
Melhor é vigiar.
Melhor é olhar.
Todos os seus gestos.
Todos os seus sorrisos.
Todo os seu andar.
Todo os seu sentar.
Todo seu comportar.

Não amo você?
Não gosto de você?
Sou bobo é por você!
Juro que não:
Entendo.
Compreendo.
Aceito.
Não colocar você em primeiro lugar.
Minhas novelas imperdíveis.
Minhas músicas mais tocadas.
Meus roteiros inesquecíveis.
Meus filmes preferidos.
É sempre o seu contemplar.
Você em primeiro lugar!
quinta-feira, setembro 14, 2006
Stá bem! Vi HIGHLANDER...
Triste como nunca!Dessa vez ela venceu todos os sentimentos!
Um dia ela vai embora.
Dessa vez ela foi dona da situação, tristeza ...
Corsário
Composição: João Bosco / Aldir Blanc
Meu coração tropical
está coberto de neve
mas
ferve em seu cofre gelado
a voz vibra
e a mão escreve
mar
bendita lâmina grave que
fere a parede
e traz
as febres loucas e breves
que mancham o silêncio
e o cais
Roserais
Nova Granada de Espanha
por você
eu teu corsário preso
vou partir
a geleira azul da solidão
e buscar a mão do mar
me arrastar até o mar
procurar o mar
Mesmo que eu mande em garrafas
mensagens por todo o mar
meu coração tropical
partirá esse gelo
e irá com as garrafas de náufragos
e as rosas partindo o ar
Nova Granada de Espanha
e as rosas partindo o ar.
segunda-feira, setembro 11, 2006
HIGHLANDER, NOITE E DIA...
Ontem eu vi Highlander. Parece um anjo que caiu do céu.
Me enfeitiçou, nunca vi encanto igual.
Adorei, Seu sorriso a luz do sol, de inverno.
Seu casaquinho vermelho, encarnado.
Seu trocar do óculos, escuro.
Seu olhar “tem alguém olhando”, imagino.
Ontem eu vi Highlander.
Disfarçar, fingir que não ver.
Olhar, quase não perceber.
Coração, músculo em festa.
Sorrir, não conter rir.
Ontem eu vi Highlander.
Desejo ver.
Quero não assistir.
Bom é observar.
Não é bom olhar, Como vou ficar.
Ontem eu vi Highlander.
Saudade, um dia vai com ela!
Tristeza, um dia vai com ela!
Brilho no olhar, exista um dia sem ela!
Emoção turbinada, exista um dia sem ela!
Festival de Cinema, me leve pra longe dela!
Espaço Unibanco, me leve pra longe dela!
Universo, destino, acaso, me afastem de quem me tira o sono!
Ontem eu vi Highlande.
Ontem eu vi Highlander.
Ontem eu vi Highlander.
domingo, setembro 10, 2006
NIVER 3ºDA SOUNDTRACK

Soundtrack: Nunca pensei que houvesse algo que pudesse fazer parte dá minha vida além do cinema, assim como faço da Maratona, um compromisso imperdível! E assim como diz Ana Carolina: "E você foi me conquistando devagar. Quando notei já não tinha como recuar”. A Soundtrack chegou e me conquistou. E para mim hoje ela é um evento imperdível!
sábado, setembro 09, 2006
LOVE BRITNEY, LOVE CATS!!!

O que foi aquela poça no meio da fila???E pensar que teve gente que atravessou a poça duas vezes.Alguém ainda levou uma garota no colo para entrar na fila,Para depois ela passar dentro da poça, foi uma comédia de erros muito divertida.Adorei com certeza!!!Se com aquela tempestade que caiu, por volta das 23:00.Uma multidão compareceu a festa. Como seria sem chuva? \o/\o/\o/\o/\o/\o/ As casas de festa do Rio, já estão ficando pequenas para Love Cats.Que venha a próxima, no Casarão!?
segunda-feira, setembro 04, 2006
‘Show das Décadas Ponto Frio’
Por Gabi DuncanShow na praia de Copa, muvuca, multidão....e ZD finalmente eh chamada no palco.
De repente aparece akl mulher toda de preto, dos pés à kbeça, maravilhosa como de costume, desde sua nascença! Não há como não negar; sim, ela eh maravilhosa.
Deu seu lindo show lá em cima nos mostrando sua criatividade, exuberância e além de tudo, criatividade.
"Nega Manhosa": esplêndida!
"Alma": apenas mais uma recaptulada..rs!
Quando e como deixarei de amá-la? Desculpe, mas para esta pergunta é impossível uma resposta concreta...
O grupo AfroReggae abriu a festa, pouco depois das 18h. Em seguida, cada artista que subiu ao palco cantou duas músicas e fez duo com outro grande nome da MPB. Orlando Morais foi o primeiro, com ‘Pro Dia Nascer Feliz’ e ‘Cruzando Raios’. Ele fez dupla com Fernanda Abreu em ‘Aquele Abraço’. Depois vieram Martinho da Vila, Zélia Duncan, Toni Garrido e Daniela Mercury. Encerrando a festa, todos os artistas embalaram a multidão com ‘É Hoje’ e ‘O Que É, O Que É’..
domingo, setembro 03, 2006
A Mulher da Água.

Por que uma mulher transforma um homem.
Por que uma mulher transforma uma mulher.
Por que uma mulher transforma a vida!
Por que uma mulher transforma o mundo!
Por que uma mulher tudo transforma!
Assim como a “Beatriz” de Chico & Edu Lobo.
Assim o personagem de Michelle Pfeiffer em “Ligações Perigosas”.
“A Dama da Água” é um personagem transformador.
Que confunde, aproxima e uni.
Sempre disse desejar assistir a “minha dama”.
Porém como um personagem do filme.
É indesejável saber o futuro.
E que o viver seja a cada dia.
A perspectiva que uma “Dama”.
Possa cruzar o caminho.
E transformar o dia-a-dia.
Sendo a esperança.
Caminho para o futuro.
Estrada para o amanhã.
sábado, setembro 02, 2006
Literalmente Ilusão D+++
"Riscos vêm à tonaEu pareço um otário
Como você que é uma pedra em meu caminho
Minha pedra preciosa
Minha preciosidade, minha preciosa idade.
Minha presa.
Minha fé silenciosa, meu atalho, meu destino.
Minha pretinhosidade, minha festa.
Minha seta, minha flecha."
(Trecho da música Pretinhosidade, de
Mart'nalia)
quarta-feira, agosto 30, 2006
Louco para mexer com ela...
Muito doido.
Doidinho para mexer com ela.
Doidinho, para provar o yakisoba dela.
Doidinho, para se enroscar nos cachinhos dela.
Doidinho, para amassar o vestidinho longo dela.
Ando louco para mexer com ela.
De que é feito o amor?
Nana Caymmi
De que é feito o amor?
Dizem que o amor é pai
O que o amor me deu
Ninguém vai me tirar
O meu amor só crê
Nas visões que o amor me dá
Se uniu dois corações
Não vai mais separar
Uniu dois mundos em vidas tão separadas
Juntou caminhos, mas separou as estradas
Cadê o amor, cadê?
Sinto que ele vai chegar
Posso morrer de amor
Ou por amor calar
O meu amor só crê
Nas visões que o amor me dá
Se uniu dois corações
domingo, agosto 27, 2006
"SE AGAPO POLI"
Não sei o por que dá obra.
Cada um tem os seus motivos.
Todos temos as nossas ocasiões.
Temos os momentos.
As temporadas.
As horas, sempre elas.
É minha amiga, de um encontro inimaginável.
Sabe quando você se pergunta?
O que fiz para merecer tamanho presente?
Podia dizer que você me deixou mal acostumado.
Sei que não é sua intenção.
Só sei dizer que sua presença faz muita falta, deixa saudade.
Sem brilho, o dia-dia e as ocasiões.
Sei que já não deve agüentar mais o papo de estrela.
O que posso fazer se é assim que você é para mim.
Nem todos os dias, observamos a lua.

Mas as estrelas sabemos, que estão, sobre as nuvens,
A chuva, a neve ou qualquer que seja o tempo ruim.
Sempre contamos com elas, mesmo estando longe dos olhos.
Está dentro da emoção, coração, coração, coração...
Cheio de saudade, saudade, saudade, saudade...
Ser seu amigo rima mesmo é com felicidade!!!
P.S.:Aprendi duas coisas no orkut essa semana.
Que amigos também dizem, eu te amo.
E dizer em grego, "Se agapo poli".
Ser Fashion!!!

Iria dizer isso na comunidade.
Mas como fiquei órfão, resolvi dizer aqui.
Uma pergunta, que sempre me faço.
E algumas amigas também!
O que a Bia têm???
Ouvindo uns versos.
Na nova música da Marina.
Me veio a imagem dela na lembrança.
“Que bom mesmo é conhecer.
Gente bacana e estimulante.
Bem assim como você.
Parecida com você.
Igualzinha a você.”
Agora tenho respostas.
Para todas as perguntas.
Minhas e de outras.
Agora entendo o porque!
Porque é assim que te vejo.
Nunca vi ninguém assim.
Tão fashion como você!
quinta-feira, agosto 17, 2006
Adoro mulher de cabelos cacheados.
Adoro mulher que mora ou morou em Nikiti.
Adoro mulher que mora em Santa Tereza.
Adoro mulher que freqüenta o Odeon.
Adoro mulher que não perde um Cachaça Cine Clube.
Adoro mulher que “Faz Cinema”.
Adoro mulher que estuda na UFF.
Adoro mulher que trabalhou ou trabalha em festival universitário.
Adoro mulher que se acaba na Soundtrack.
Adoro.
Amo.
Gosto.
E depois da Sound Super-Heróis, desejo;
MULHER DE CABELOS CACHEADINHOS!!!
quarta-feira, agosto 16, 2006
Minha neguinha, neguinha minha...
Sempre digo que saiu daqui, tocando no peito.
Por que meus olhos vêem em ti alguém muito especial:

Uma pétala de flor.
Uma gota de orvalho.
Uma lagrima de solidão.
Um diamante.
Meiga.
Doce.
Sensível.
Paciente.
Compreensiva.
Delicada como,
Água marinha.
Por do sol.
Brilho de estrela.
Grupo de filhotes.
Amiga, cúmplice e parceira.
Quem compartilha os bons
E todos os momentos.
Como já disse.
É insuportável levar a vida sem você.
Desnecessário perder para saber.
Está escrito no livro sagrado.
Para não se ter tesouros na terra.
Conviver com sua amizade.
É um tesouro na terra e no céu.

Dói saber que você ainda vai,
Chorar de decepção.
Sentir saudade em vão.
Ter esperança, onde ninguém vê.
Perder o sono até o amanhecer.
Essas coisas que passa toda mulher!
Tenho vontade de protegê-la.
Como se seu ninho fosse.
Se for a dor que faz crescer e amadurecer?
Então espectador tenho de ser.
Talvez por sempre ser.
Que quando tenta não ser.
Fica sendo há mais delicada das “criaturas”.
P.S.: Meu amor por você é enorme!!!
Gravação do show(dvd) de Lucina,com participação de Zelia & Ney

Por Gabi Duncan -Nosso blog é outro com você!!!BJO.
Olá! Chegay da gravação do show da Lucina há 1h atrás, mais ou menos!
Tudo de bom!
Ney Matogrosso tem mais rebolado que eu, mas amei!
Deu mó inveja! ahahha
ZD tava lindinha: calça branca, blusinha preta e sandalhinha. Simples, como sempre!

Lucina tava lindona tbm, mto charmosa! Nossa!! ahahaha...adorei!
E fui na compania de uma pessoa linda, maravilhosa, q amo e q me faz mto bem: minha Nana. Agora é esperar o resultado chegar às lojas!
Bjuxx pra todos q visitarem aki!
sábado, agosto 12, 2006
MATANDO SAUDADE DELA!!!
De quem já partiu! Muita!
De quem sta longe!
De quem não vejo a tempo!
De quem vi ontem!
Mas há melhor relação com a saudade.
É matá-la.
Hoje matei há saudade dela.
Matei saudade de Highlander.
Saudade dela! Dá bela!!! "
segunda-feira, agosto 07, 2006
UM ANTÍDOTO PARA ACABAR COM A ROTINA...
Ele sabia onde ela morava, via que saía freqüentemente com o carro pela garagem, já havia até decorado a placa da atriz. O que ele não sabia é que ela, da janela do seu apartamento, reparava nele todo dia também, quando ele chegava no escritório em frente. Um moreno alto, não muito diferente de qualquer outro moreno alto.
Ele acompanhava a novela das oito que ela fazia, gostava do jeito que ela atuava, havia uma certa dignidade na escolha dos papéis, e imaginava que ela tinha diversos namorados. Ela, por sua vez, nada sabia dele, a não ser que era um homem como outro qualquer.
Um dia se cruzaram, ela saindo do prédio, ele chegando ao escritório e, por razão nenhuma, cumprimentaram-se. Duas vogais: oi.
Passaram semanas e um dia se abanaram, de longe. E longe permaneceram por outros tantos meses. A atriz famosa do prédio em frente. O cara do escritório do outro lado da rua. Era isso que eram um para o outro.
Não se sabe quem tomou a iniciativa, se foi ela que sorriu de um jeito mais insinuante ou se ele que acordou de manhã com o ímpeto de sair da rotina, apenas se sabe que um dia pararam na calçada para ir além das duas vogais, e ele teve a audácia de convidá-la para um café, e ela teve o desplante de aceitar.
Durante o café ele soube que ela havia se separado recentemente e ela soube que ele estava tentando arranjar coragem para encerrar uma relação desgastada. Ela tomou uma água mineral sem gás, ele, dois expressos, e ficaram de se falar.
No dia seguinte ele telefonou e comentou que ela havia dado a ele a coragem que faltava. O recado foi entendido, e ela aceitou prontamente um convite para jantar, e desde então não pararam mais de se tocar e de se conhecer. Ela contou, entre lençóis, que trabalhar na tevê é uma profissão como as outras, que o estrelato é uma percepção do público e que no fundo ela era uma mulher quase banal. Ele contou, durante uma viagem que fizeram juntos, da relação que tinha com os avós, da importância deles na sua infância e em como seu passado de garoto do interior havia definido seu caráter. Ela contou, enquanto cozinhavam um macarrão, que havia sido uma menina bem gordinha e que implicavam muito com ela na escola. Ele contou, enquanto procurava uma música no rádio, que havia morado em Lisboa e que seu sonho era ser pai. Ela contou, enquanto penteava o cabelo dele, que às vezes chorava mais de felicidade do que de tristeza e que ainda não sabia o que dar a ele de aniversário. Ele contou, num dia em que assistiam a um filme no DVD, que ela ia rir mas era verdade: quando garoto, ele chegou a pensar em ser padre. Ela contou, enquanto retocava o esmalte, que já havia se atrevido a escrever poemas, mas eram horríveis. Ele pediu para ler. Um dia ela mostrou. Eram horríveis mesmo. Ele mostrou os versos dele. Não é que o safado escrevia bem?
Não chegaram a viver juntos como vivem todos os casais, mas também nunca mais ficaram separados por Ela para ele, nunca mais uma celebridade. Ele para ela, nunca mais um homem comum. uma janela, por uma rua, por um silêncio interrogativo, por uma possibilidade remota. Havia acontecido.
E-mail: martha.medeiros@oglobo.com.br
É tudo que acredito.
É tudo almejo.
É tudo que desejo.
Não acredito que mereço.
Por já ter sido brindado.
Uma vez com um amor.
Entendo que é só duas pessoas quererem.
Dizem ser visão de uma pessoa que nunca levou uma “rasteira” do amor.
Talvez até sejam mesmo. Mas enquanto não fui contaminado por esse vírus.
Que parece ser possuidor dá alma de todos. Ou quase...
Só me veio esses versos de Cazuza após ler essa coluna:
“Eu quero a sorte de um amor tranqüilo·”.
Com sabor de fruta mordida...
Pra poesia que a gente não vive
Transformar o tédio em melodia
Ser teu pão, ser tua comida.
Todo amor que houver nessa vida
E algum veneno antimonotonia.“
quarta-feira, agosto 02, 2006
Quem me inspira...
Com tanta saudade...
Do seu cabelo de cachinho.
Do seu nariz empinadinho.
Do seu sorriso engraçadinho.
Do seu vestido de alçinha.
Do seu preto rodadinho.
Ando com tanta saudade dela!
Com tanta saudade...
Da sua saia engomadinha.
Da sua sandália bem fininha.
Da sua bolsa coladinha.
Da sua vodka, caipirinha.
Do seu frenético paçinho.
De sábado para domingo. Me pego pensando nela.
Não sei se foi esse inverno, típico de outono.
Não sei se foram as folha das amendoeiras, cobrindo todos caminhos.
Não sei se foi à chuva, depois desse calor fora de estação.
Não sei se foi á chegada desse mês de agosto então!
Não sei se foi o momento que assistia o especial do Chico na televisão.
Fui pego por essas lembranças:
Possuir saudade do que nunca pertenceu.
Maneira diferente de sentir.
Jeito estranho de olhar.
Estar sempre de fora.
Dá onde deseja estar.
Ando com tanta saudade dela!
Com tanta saudade...
De nossa troca de emails.
De nossas briguinhas no MSN.
Da infinita procura no Orkut.
Da sua performance, do falso vomitar.
“Complicada e perfeitinha”.
Diante d“O Brilho dos meus olhos”
“Ela faz cinema” tornou-se cineasta.
“Highlander” vai ser feliz.
E nesse caso, é bom ser imortal!
Ando com tanta saudade dela!
Tanta saudade dela. Saudade dela. Bela...
P.S.: “Quando Deus te desenhou. Ele estava namorando!”
the L. word
Garotas que querem ter filhos com outras garotas!
Garotas que traem seus parceiros com outras garotas!
THE L. WORD.
Algumas garotas preferem, garotas!

