
Bom saber que é infinito!
Bom saber que não pode ser medido!
Bom saber que não poder ser pesado!
Bom saber que supera
O tempo...E enfim a vida!
Mundão Poemas
O meu amor
Amor como o meu

Não se mede
E nem se pede
Ganha até aquele
Sem sorte
Amor como o meu
Não se mede
Por termômetro
Fita métrica
Calendário, relógio

Ele vem de dentro
Por isso, ninguém sabe
O que aqui dentro
Acontece
Amor como o meu
Não se mede
E nem se pesa
Seu peso
É tão grande

Que os números
Não são necessários
E o tamanho
Cresce a cada dia
E o último dia
Não existe no calendário.
Analice Alves, de 17 anos, estuda no Instituto Abel.
Caderno Magazine do Oglobo – 24/05/2006